Pesquisar este blog

sábado, 6 de agosto de 2016

TMN nos bairros - Zungu e Serra D´Água - 06/08/2016.

Hoje o TMN nos bairros esteve nas comunidades do Zungu e da Serra D´Água, ambas áreas rurais de Angra dos Reis. Como não conhecia as comunidades, a professora Lucinea Firmino me mostrou como são os bairros. Na parte da manhã, caminhamos pelo bairro Zungu. Fizemos uma pausa para descanso e repôr as energias. De tarde, passeamos pela Serra D´Água.
As comunidades ficam a 40 minutos de ônibus do Centro do município e a linha intra municipal que atende a comunidade é só uma, que é a linha 203 - Serra D´Água. Mas existe a opção de linhas intermunicipais, porém as passagens são bem mais caras, como as linhas da empresa Colitur: Lídice, Rio Claro, Volta Redonda e Resende (ambas linhas que saem do Centro de Angra dos Reis ou da rodoviária da Praia da Chácara). 
O acesso é pela RJ - 155, rodovia estadual que liga Barra Mansa a Angra dos Reis. Para o bairro Zungu pega-se a Estrada do Zungu. 
O que as comunidades tem? Alguns mercados, uma escola municipal, uma única área de lazer que é uma quadra, igrejas, uma cachoeira. Muitos sítios e fazendas.
Um grande empresário é dono de grande parte das terras dessas duas comunidades. 
São duas comunidades aparentemente tranquilas com qualidade de vida mais saudável, pois há plantações e estradas para caminhada. 

Na Estrada do Zungu tem um trecho que corre o risco de cair e não possui nenhuma sinalização no local.

Fotos: Thiago de Morais (TMN).
























AGRADECIMENTOS:
Lucinea Firmino Batista.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Convenções partidárias ontem: Bastidores.

Ontem aconteceram três convenções partidárias no Centro de Angra. Uma na Câmara Municipal, outra no Clube Vera Cruz e outra no Clube Comercial.
Estive nos bastidores.
Na Câmara Municipal não deu muito ibope não. Não tinha grandes movimentações. 
No Clube Vera Cruz bombou!!! Uma multidão lotou o clube com direito a batucadas, gritos de palavras de ordem e muita empolgação.
No Clube Comercial, teve bastante gente também.
Na saída das convenções teve pré-candidato que chapou o coco num barzinho próximo.  Só nisso percebe-se o nível de alguns pré-candidatos.
Muitos apertos de mãos e abraços.
Cada figuraça, cada personagem que apareceram nas convenções... Uma pessoa chegou causando na convenção no Vera Cruz.
Pré-candidatos falando em seus discursos: "Angra DO Reis". Isso mesmo!!! "Angra DO Reis".
Mestre de Cerimônia dando palpites. 
Eleitores dando parabéns e aperto de mão para um candidato, mas apoia outro.  Tinham espiões.
Correm nos bastidores que houve desistência de candidatos. 
Não posso deixar de relatar aqui que com o lançamento do jogo Pokémon Go, tinha gente caçando Pokémons nas convenções e nos bastidores. Vocês acreditam? Uma loucura.
Como diz a jornalista e comentarista de política, Cristiana Lôbo, na política a gente vê de tudo.

Convenção do PR aconteceu ontem o Centro.

Aconteceu na noite de ontem no Clube Vera Cruz, no Centro, a convenção do PR (Partido da República). O Blog Angra não é só praia esteve lá e conta pra vocês como foi. A cobertura foi de 2 horas de duração.
Foram homologados 21 pré - candidatos a vereador e um candidato a prefeito e vice. 
No início foi feita uma Oração, antes de começarem os trabalhos.
Seguindo, foi lida a ata da convenção que foi aprovada por unanimidade. 
O Mestre de Cerimônia, chamou todos os pré - candidatos para comporem a mesa, seguida da breve fala de cada um. Muita animação, batucadas, gritos com palavras de ordem contagiaram a convenção. 

FOTOS: Thiago de Morais.










TMN nos bairros - Tanguá - 04/08/2016

O TMN nos bairros esteve ontem no Tanguá, no Corredor Turístico da Estrada do Contorno. 
Local que fica a 8 km do Centro onde se encontra diversas praias e um mirante com paisagens de tirar o fôlego. 
O bairro possui quatro praias, um mirante, um hotel e poucos moradores fixos.
Para quem quiser conhecer esse bairro e for de transporte coletivo, deve pegar a linha C04 - Vila Velha, que sai do Largo da Lapa, no Centro. No decorrer do percurso você vai passar pelo Colégio Naval, Bonfim, Praia Grande e Vila Velha até chegar o Tanguá.
Os nomes das praias são: Praia da Bica, Praia da Gruta (onde tem um mirante que é feito com um acesso perto), Praia do Tanguazinho e Praia do Tanguá. Faz-se uma pequena trilha para chegar nas mesmas. 

Fotos: Thiago de Morais.

Ponto final da Linha Vila Velha.





Escadão de acesso a Praia do Tanguá.

Praia do Tanguá


Praia do Tanguá

Praia do Tanguá

Hotel Vila Galé, vista da Praia do Tanguá


Praia do Tanguazinho

Praia do Tanguazinho

Praia do Tanguazinho

Praia do Tanguazinho

Vista da Estrada do Contorno

Vista da Estrada do Contorno

Praia da Gruta

Praia da Gruta

Mirante da Gruta

Mirante da Gruta

Mirante da Gruta

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Série História de Angra dos Reis (Parte 04)

HISTÓRIA DA ILHA GRANDE.


A Ilha Grande era habitada pelos índios Tamoios cuja nação se estendia desde Cabo Frio no litoral norte do Rio de Janeiro até Ubatuba no litoral norte de São Paulo.

Os Tamoios eram índios belicosos valentes e altivos. Grande flecheiros destros caçadores pescadores de linha e mergulhadores. Viviam de modo diferente dos outros indígenas suas aldeias eram fortificadas com estacas a que chamavam caiçaras e compunham-se de cinco ou seis ocas abrigando cerca de 150 a duzentas pessoas no seu total. Sua língua era diferente das que eram faladas pelos índios dos arredores.

O Padre José de Anchieta anteriormente já havia falado dos Tamoios como os primeiros habitantes da Ilha Grande. Eles denominavam a Ilha de Ipaum Guaçu (Ipaum significando Ilha Guaçu grande). Algumas outras expressões indígenas também acabaram se tornando a denominação atual de locais na Ilha: Araçatiba, Provetá, Acaiá etc.

Sendo a maior ilha do litoral Fluminense fora doada por Martim Afonso de Souza em 1559 ao Dr. Vicente da Fonseca. Este de posse das terras chamou ao Brasil diversos açorianos doando aos mesmos grandes lotes da Ilha que por sua vez convidaram seus parentes do Arquipélago Açoriano e deram início a colonização do lugar.

Do século XVI ao XIX a Ilha Grande se tornou base de reabastecimento de navios espanhóis vindos do Peru carregados de ouro e prata. Além disso com o descuido do policiamento da costa brasileira por parte de Portugal a Ilha Grande se destacou como abrigo seguro para contrabandistas e piratas que navegavam tranquilamente pela costa brasileira assaltando as naus espanholas e contrabandeando o pau-brasil. Dentre muitos piratas que passaram pela Ilha Grande alguns merecem destaques: Thomas Cavendish Abraham Cook Edward Fenton (todos ingleses) René Duguay-Trouin William Dampier Jean François Du Clerc (todos franceses) Jorge Grego e Juan de Lorenzo (todos espanhóis).

Eram tantos os ataques e abusos acontecendo no trecho de Cabo Frio a Santa Catarina que Felipe II da Espanha resolveu manter uma guarda costeira para a região nomeando Martim de Sá seu comandante em l617. Uma de suas resoluções foi a de proibir a colonização na ilha o que persistiu até pouco antes do final do Sec. XVIII.

A colonização da Ilha se deu somente entre 1725 e 1764 prosperando o cultivo da cana-de-açúcar durante o século XVIII que perdurou até a primeira metade do século XIX.

Somente em 1726 a Ilha Grande deixa de ser paulista para ser agregada ao Rio de Janeiro pela insistência de Luiz Vahia Monteiro que alegava não ter condições de exterminar o contrabando e pirataria enquanto a Ilha Grande não estivesse sob sua jurisdição.

A Ilha foi elevada à condição de Paróquia em 1803 com a construção de capela nas marinhas da Fazenda de Santana propriedade de Major Bento José da Costa. A construção atual foi terminada em 1843 depois da demolição da primeira igrejinha.

A cultura do café que foi introduzida um pouco mais tarde que a do açúcar perdurou entre 1772 à 1890 chegando inclusive a ser exportado para a Europa para se ter uma idéia da dimensão dessas atividades na Ilha apenas uma fazenda a de Santana tinha mais de 5000 escravos nessas duas culturas. Os portos de SantAna da Ilha Grande de Abraão e do Sítio do forte ofuscavam o de Angra dos Reis. O primeiro era o mais importante do Sul Fluminense também a Ilha tornou-se centro de desembarque e tráfico de escravos negros trazidos da África (século XVIII até meados do século XIX).

No século XIX com a expansão da cafeicultura na região do Vale do Paraíba e também com o término do tráfico de escravos a Ilha Grande entrou em grande decadência sendo os cafezais abandonados. Essa proibição a Ilha Grande serviu de base para o contrabando de escravos para suprir a mão de obra nas lavouras de café em São Paulo e Rio de Janeiro e na exploração do ouro em Minas Gerais.

No século XIX, mais precisamente no ano de 1863 Dom Pedro II visitou a Ilha Grande pela primeira vez as Enseadas das Palmas e do Abraão e pernoitou na Fazenda do Holandês. Tudo indica que nessa ocasião ele escolheu o lugar para a construção do Lazareto.

Encantado com a beleza e a tranquilidade da ilha resolveu adquirir em 1884 as Fazendas do Holandês (hoje Abraão) e a de Dois Rios onde depois foi instalado o Instituto Penal Cândido Mendes. São grandes áreas que ainda hoje pertencem ao Governo Federal.

Na fazenda do Holandês foi construído o Lazareto que serviu como centro de triagem e quarentena para passageiros enfermos que desembarcavam no Brasil notadamente contra o cólera chegando a atender mais de quatro mil embarcações durante os 28 anos de funcionamento.

Em agosto de 1889, D. Pedro retornou à ilha e hospedou-se no Lazareto que já estava funcionando. Em novembro do mesmo ano passa novamente pelo presídio porém desta vez como prisioneiro até a sua partida para o exílio.

Em 1903 foi construída a Colônia Corregional de Dois Rios. O Lazareto foi desativado e funcionou como presídio político. No final da Revolução Constitucionalista de 1932 seus internos passaram para a Colônia Corregional de Dois Rios.

Posteriormente o Lazareto chegou a ser demolido e hoje em dia no local encontram-se apenas suas ruínas.

Em 1940 foi construído em Dois Rios o Instituto Penal Cândido Mendes com capacidade para mil presos de alta periculosidade. Este presídio funcionou até 1993 quando foi enfim desativado e seu prédio implodido. Com a decadência da agricultura iniciou-se nas áreas abandonadas a regeneração da floresta.

Com o objetivo de conservar os importantes ecossistemas da região foram criados em 1971 o Parque Estadual da Ilha Grande com uma área de 5.600 hectares que é administrado pelo IEF (Instituto Estadual de Florestas) e em 1990 a Reserva Biológica da Praia do Sul com uma área de 3.600 hectares e o Parque Estadual Marinho de Aventureiro abrangendo 5 milhas náuticas. Este parque que corresponde a parte marítima adjacente à Reserva Biológica da Praia do Sul é formado pela região litorânea zona de marés desembocadura de rios canal e zona nerítica (parte da plataforma onde a luz penetra até o fundo). Estas duas unidades de conservação são administradas pela Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (FEEMA).

Nos anos 2000, a Ilha Grande se tornou uma das sete maravilhas do Estado do Rio de Janeiro.

CRÉDITOS

pesquisa
THIAGO DE MORAIS

fonte
www.ilhagrande.com.br

Política: Convenções de partidos.

Convenções partidárias estão acontecendo em Angra dos Reis para homologação das candidaturas para prefeito, vice-prefeito e vereadores.
Hoje será a vez do PMDB no Clube Comercial. O partido vai homologar uma candidatura para prefeito e 21 para vereador.
Amanhã será a vez do PR, ás 18 horas no Clube Vera Cruz.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

TMN nos bairros - 01º/08/2016 - Ribeira

Hoje o TMN nos bairros esteve no bairro Ribeira, na Grande Japuíba, circulando pelas ruas Ilha da Gipoia, Rua Ilha do Coqueiro, Rua Ilha do Paquetá e Rua Ilha Sandri. 
Curiosidade: os nomes das ruas do bairro são todos nomes de ilhas de Angra dos Reis.
O bairro possui uma quadra, duas praças, uma rede de supermercados, mercado, uma marina, pizzaria e lanchonete.
Possui manguezal. O manguezal é um berçário marinho, onde várias espécies aquáticas se reproduzem e vivem. É um ecossistema costeiro de transição entre o marinho e o terrestre. A vegetação desse bioma possui raízes grandes e para fora, pois o solo é pobre em oxigênio. 

FOTOS: Thiago de Morais.









 

Um pouco de história: NVe Cisne Branco.

Na última semana, a embarcação Cisne Branco esteve visitando Angra dos Reis. Ficou na Baía da Ilha Grande e no último sábado, dia 30 de julho, foi aberta para visitação para a população no Cais do Porto, no Centro. 
Conheça um pouco da história desta embarcação.

O NVe Cisne Branco (U-20) é um navio veleiro que pertence a Marinha do Brasil. Função: Representar o Brasil em eventos náuticos. Ela foi feita em homenagem aos 500 anos do Brasil, no ano 2000. Possui 31 velas.

Já houve outras duas embarcações com o mesmo nome: uma de 1979, que afundou e outra, que ainda existe, também é do ano 2000.

FOTOS: Thiago de Morais (TMN).